quinta-feira, 14 de outubro de 2010

A VOCÊ PROFESSOR(A). PARABÉNS!!!!!!!!!!!!

SER PROFESSOR(A)

Falar da docência é falar das várias profissões que transpõem e se sobrepõem a esta.
Enquanto professores...
Somos mágicos,
ao fazermos malabares com diversas situações que atingem nossa imagem e a
vida pessoal.
Somos atores, somos atrizes,
que interpretam a vida como ela é, sentimos e transmitimos emoções ao
conviver com tantas performances.
Somos médicos,
ao receber crianças adoentadas pela miséria, pela falta de tempo da família,
pela carência de tempo de viver a própria infância.
Somos psicólogos,
ao ouvir as lamentações advindas de uma realidade dura,
que quase sempre nos impede de agir diante do pouco a se fazer.
Somos faxineiros,
ao tentarmos lavar a alma dos pequenos,
das mazelas que machucam estes seres tão frágeis e tão heróicos ao mesmo tempo.
Somos arquitetos,
ao tentarmos construir conhecimentos, que nem sabemos se precisos, que nem
sabemos se adequados.
É só parar para pensar que talvez seja possível encontrar em cada
profissão existente um traço de nós professores. Contudo, ser professor,
ser professora é ser único, pois a docência está em tudo, passa por todos,
é a profissão mais difícil, mas a mais necessária.
Ser professor é ser essência,
não sabemos as respostas.
Estamos sempre tentando,
Às vezes acertamos, outras erramos, sempre mediamos.
Ser professor é ser emoção
Cada dia um desafio
Cada aluno uma lição
Cada plano um crescimento.
Ser professor é perseverar, pois, diante a tantas lamúrias
“não sei o que aqui faço, por que aqui fico?”
fica a certeza de que...
Educar parece latente, é obstinação.
Ser professor é peculiar,
Pulsa firme em nossas veias,
Professor ama e odeia seu ofício de ensinar
Ofício que arde e queima
Parece mágica, ou mesmo feitiço.
Na verdade, não larga essa luta que é de muitos.
O segredo está em seus alunos, na sua sala de aula, na alegria de ensinar
a realização que vem da alma e não se pode explicar.
Não basta ser bom... tem que gostar.

Soraia Aparecida de Oliveira,
professora do Ensino Fundamental,

UMA CRIANÇA CHORA - RUBEM ALVES

UMA CRIANÇA CHORA


RUBEM ALVES
PSICANALISTA E EDUCADOR



Minha alma tem estado a visitar a minha infância. Fantasias. O que são fantasias? As fantasias de infância são as memórias transfiguradas pela saudade. Eu poderia colocar minhas fantasias de infância em álbuns diferentes, como se fossem fotografias. Fantasias dos pequenos espaços (a cabaninha, a casa no alto da árvore), as fantasias dos grandes espaços (os campos, os jardins), as fantasias da noite com seus terrores…
Antigamente… essa palavra me intrigava. Ouvia que os grandes em suas visitas noturnas a usavam com frequência. E eu perguntava: “Quando é antigamente?” Nunca me explicaram. Mas agora eu sei quando é antigamente. Pois antigamente os grandes gostavam de fazer sofrer as crianças. Acho que eles pensavam que as crianças não tinham o “lá dentro” onde mora o sofrimento.

Os grandes me faziam sofrer e riam do meu sofrimento. Mentiam para me fazer sofrer. Eu devia ter uns quatro anos, na roça. Perto da casa havia uma mata fechada. Por medo, eu nunca me aproximei dela. Diziam que lá moravam onças. E os grandes me diziam que naquela mata fechada morava um menino. E, para provarem, diziam: “Quer ver?” E gritavam: “Ô menino!” O grito batia na mata e voltava como eco bem fraco: “Ô menino…” Mas eu nada sabia sobre ecos. Sim, era a voz fraca de um menino abandonado. Que pais o teriam deixado lá? E por que ele ficava lá?

E a imagem daquele menino não me deixava. De noite, na minha cama, eu me lembrava dele sozinho no escuro. Como eu desejava poder trazê-lo para a segurança da minha casa! Mas eu nada podia fazer. E assim dormia, sofrendo o abandono do menino. Nunca vi o dito menino, porque ele não existia. Mas a alma não sabe o que é isso, o não existir. Aquilo que é sentido existe. A alma é um lugar assombrado onde moram as mais estranhas criaturas que, sem existirem, existem.

Lembro-me de que, numa dessas noites, eu chorava baixinho. Chorava de angústia. Minha mãe ouviu o meu choro e veio assentar-se ao meu lado para saber o que me fazia sofrer.
Expus-lhe, então, a minha aflição: “Mãe, quando eu crescer, como é que vou fazer para arranjar uma mulher?”, “Mãe, quando eu crescer como é que vou fazer para ganhar a vida?”

Quem tomar essas perguntas no seu literalismo se rirá delas. Não é engraçado que problemas tão distantes façam uma criança chorar? Mas o seu sentido não se encontra na letra. Ele se encontra no não dito, na noite escura de onde surgiram, noite da minha alma, aquela noite quando seria inútil chamar por pai ou por mãe, porque não haveria ninguém para ouvir. Naquela noite eu chorava pela minha solidão, pelo abandono que me esperava, quando eu seria como o menino da mata.
O menino abandonado não me abandonou. Entrou dentro de mim e mora comigo. Me faz sofrer. Me dá ternura. Sempre que vejo uma criança abandonada, eu sofro. Quereria poder protegê-la, cuidar dela. Eu me enterneço porque a criança abandonada que mora em mim está sofrendo. Afinal, todos somos crianças abandonadas. Nos momentos de solidão noturna, de insônia, tomamos consciência de que estamos destinados ao abandono, àquele tempo quando será inútil chamar “meu pai” ou “minha mãe”. É assim que me sinto, às vezes. Tenho, então, vontade de chorar…

quarta-feira, 13 de outubro de 2010

CURIOSIDADE: ORIGEM DO DIA DAS CRIANÇAS

COMO FOI CRIADO O DIA DAS CRIANÇAS

O Dia das Crianças foi criado no Brasil antes de ser comemorado no restante do mundo. A idéia foi de um político brasileiro (deputado federal Galdino do Valle Filho), em 1920, e oficializada em 5 de novembro de 1924 pelo então presidente Arthur Bernardes. Somente entre 1955 e 1960, quando a fábrica de brinquedos Estrela, em parceria com a Johnson & Johnson, lançou a Semana do Bebê Robusto (intenção comercial de aumentar a venda de brinquedos nessa semana) é que ela passou a ser comemorada em 12 de outubro (aqui no Brasil).

Em 20 de novembro de 1959, a UNICEF oficializou a Declaração Universal dos Direitos da Criança e, a partir de então, essa data (20 de novembro) passou a ser comemorada na maioria dos países do mundo.

De acordo com a história e seu significado, alguns países têm outras datas para essa celebração: no Japão, por exemplo, os meninos comemoram no dia 5 de maio (como na China) e as meninas no dia 3 de março, ambos com exposições de bonecos (para os meninos eles lembram samurais). Em Moçambique, essa celebração ocorre no dia 1º de junho para marcar o dia em que as forças nazistas, em 1943, assassinaram cruelmente muitas crianças pequenas. Na Nova Zelândia, aproveitando esse dia para passar mais tempo com a família e sem fins comerciais, essa lembrança ocorre no primeiro domingo de março.


Origem de alguns brinquedos

Já que estamos falando sobre origens, você sabia que alguns dos brinquedos que usamos ou presenteamos hoje foram criados há séculos e até há milênios?

As bonecas, que foram criadas como estatuetas de barro na África e na Ásia, se transformaram em brinquedos há cerca de 5.000 anos no Egito. As casas para essas bonecas parecem ter tido sua primeira aparição na Alemanha, perto de 1.558 como um presente do Duque de Albrecht para sua filha mais velha. Conta-se que essa casa teria quatro andares e teria levado dois anos para ser construída com quarto de vestir, banheiro e outros ambientes. Até 1930, a maioria das crianças no Brasil brincava com bonecas de pano feitas por costureiras e carrinhos de madeira feitos em pequenas oficinas por artesãos.

As bolinhas de pedra, argila, madeira ou osso de carneiro foram as precursoras das bolinhas de gude. As mais antigas eram de pedras semi-preciosas encontradas em um túmulo de uma criança egípcia há 5.000 anos. Mas foi só no século XV que elas se transformaram em bolinhas de vidro (Veneza e Boêmia) e no século XVII de porcelana e louça. Foi através do Império Romano e suas conquistas que houve a disseminação de seu uso como brinquedo pelo mundo. No Brasil, elas são conhecidas por vários nomes (buraca, búrica, firo, bolita).

Já a bicicleta tem sua origem em 1790, conhecida como celerífero (celer=rápido e fero=transporte) por um conde francês (Sivrac), feita de madeira, sem pedais ou correntes, empurrada com os pés no chão. Os carrinhos de brinquedo apareceram ao mesmo tempo que os carrões originais, nos primeiros anos do século XX e o autorama em 1956, na Inglaterra, enquanto o primeiro trem elétrico em miniatura foi feito em 1835 por um ferreiro em Nova York. No Brasil, a Metallurgica Matarazzo foi a primeira fábrica a fazer jipes, carrinhos e aviões de lata. A fábrica Estrela foi a primeira a produzir brinquedos em variedade e quantidade significativa, a partir de 1937, porque com a Segunda Guerra Mundial as importações foram dificultadas e a indústria nacional se desenvolveu em vários setores, inclusive na produção de brinquedos.

Assim também a caixinha de música (1170, Suíça), o bilboquê ou emboca-bola (século XVI, França), o pião (strombo na Grécia ou turba na Roma antiga), entre outros fizeram parte da história até chegarmos aos brinquedos de hoje.

Brinquedos devem ser variados em cores, tamanhos, texturas, sons, formas. Brinque com seu filho e demonstre toda sua alegria!

Dr. Moises Chencinski - médico pediatra e homeopata, autor dos livros: "Homeopatia - mais simples do que parece" e "Gerar e Nascer - um canto de amor e aconchego".

terça-feira, 12 de outubro de 2010

REFLEXÃO

"UM LIVRO É BRINQUEDO FEITO DE LETRAS. LER É BRINCAR."
Rubem Alves


"BENDITO AQUELE QUE SEMEIA LIVROS E FAZ O POVO PENSAR."
Castro Alves

domingo, 26 de setembro de 2010

A HISTÓRIA DO VOTO

É MUITO IMPORTANTE CONHECERMOS UM POUCO SOBRE A HISTÓRIA DO VOTO NO BRASIL, POIS NÃO FOI UMA CONQUISTA FÁCIL.
O VOTO PODE SER COMPARADO À UMA FERRAMENTA NA MÃO DE UM PROFISSIONAL. SE ELE A USAR BEM, O RESULTADO DE SEU TRABALHO SERÁ PERFEITO E CONSEGUENTEMENTE TERÁ O RECONHECIMENTO , A SATISFAÇÃO E A CONFIANÇA DE TODOS, MAS SE ELE A USAR DE MANEIRA ERRADA E/OU VISANDO O RESULTDO SOMENTE DE UMA "PEÇA", O RESULTADO SERÁ FRUSTRANTE TANTO PARA ELE QUANTO PRINCIPALMENTE PARA QUEM NELE DEPOSITOU CONFIANÇA. PORTANTO FAÇA DE SEU VOTO UMA FERRAMENTA PARA CONTINUAR LAPIDANDO A TÃO SONHADA DEMOCRACIA VOLTADA PARA TODOS OS CIDADÃOS
PENSE BEM NA SUA ESCOLHA!
Rita Guedes


A HISTÓRIA DO VOTO


Antonio Carlos Olivieri*
Da Página 3 Pedagogia & Comunicação
Divulgação/UFMG

Eleitor faz sua escolha - secreta - na cabine onde fica a urna
Eleições diretas ou indiretas, e a cargos muito variados, ocorrem em nosso território há cerca de cinco séculos. Vale a pena conhecer a história do voto no Brasil e saber como esse direito, que já foi restrito a muito poucos, se estendeu aos cerca de 125 milhões de eleitores atuais.

História do voto no Brasil
Data de 1532 a primeira eleição aqui organizada. Ela ocorreu na vila de São Vicente, sede da capitania de mesmo nome, e foi convocada por seu donatário, Martim Afonso de Souza, visando a escolher o Conselho administrativo da vila. Na verdade, durante todo o período colonial, as eleições no Brasil tinham caráter local ou municipal, de acordo com a tradição ibérica.

Eram votantes os chamados "homens bons", expressão ampla e ambígua, que designava, de fato, gente qualificada pela linhagem familiar, pela renda e propriedade, bem como pela participação na burocracia civil e militar da época. A expressão "homens bons", posteriormente, passou a designar os vereadores eleitos das Casas de Câmara dos municípios, até cair em desuso. As Câmaras acumulavam, então, funções executivas e legislativas.

Cortes Portuguesas
Somente um ano antes da proclamação da Independência, em 1821, ocorreu a primeira eleição brasileira em moldes modernos. Elegeram-se os representantes do Brasil para as Cortes Gerais, Extraordinárias e Constituintes da Nação Portuguesa, após a Revolução Constitucionalista do Porto e a volta do rei dom João 6º. a Portugal, em 1820.

Desde 1808, dom João governava o Império português a partir do Brasil, devido a invasão da península Ibérica por Napoleão Bonaparte. Nesse período o Brasil perdeu a condição colonial, tornando-se Reino Unido a Portugal e Algarves. Desse processo, como se sabe, resultou a proclamação de nossa Independência por dom Pedro 1º. E, com ela, uma nova ordenação jurídica e política, que apresentava, naturalmente, novas regras eleitorais.

Durante o Império
A primeira Constituição brasileira, outorgada por dom Pedro 1º. Em 1824, definiu as primeiras normas de nosso sistema eleitoral. Ela criou a Assembléia Geral, o órgão máximo do Poder Legislativo, composto por duas casas: o Senado e a Câmara dos Deputados - a serem eleitos pelos súditos do Império.

O voto era obrigatório, porém censitário: só tinham capacidade eleitoral os homens com mais de 25 anos de idade e uma renda anual determinada. Estavam excluídos da vida política nacional quem estivesse abaixo da idade limite, as mulheres, os assalariados em geral, os soldados, os índios e - evidentemente - os escravos.

Outra característica interessante do voto no império era que as votações inicialmente ocorriam em quatro graus: os cidadãos da província votavam em outro eleitores, os compromissários, que elegiam os eleitores de paróquia que, por sua vez, elegiam os eleitores de comarca, os quais, finalmente, elegiam os deputados. Quanto aos senadores, basicamente eram nomeados pelo imperador.

Posteriormente o sistema foi simplificado para dois graus, com eleitores de paróquia e de província, até que em 1881, a Lei Saraiva introduziu o voto direto, mas ainda censitário. Desse modo, até o fim do Império, somente 1,5% da população brasileira tinha capacidade eleitoral.

Na República
Ninguém pense que a República modificou rapidamente esse quadro. Na primeira eleição para direta para presidente da República, em 1894, Prudente de Morais chegou ao poder com cerca de 270 mil votos que representavam quase 2% da população brasileira da época.

A ampliação do direito de voto a um número cada vez maior de brasileiros aconteceu ao longo do século 20. O voto feminino, por exemplo, data de 1932 e foi exercido pela primeira vez em 1935. Em função da ditadura de Getúlio Vargas (1937-1945), porém, as mulheres só voltaram a votar em 1946.

Vale lembrar que a ditadura de Vargas e a dos militares de 64 privaram o eleitorado nacional do voto para presidente por nove vezes e que, em 117 anos de República com 34 presidentes, somente 16 se elegeram pelo voto direto.

Quem vota hoje
Até a Constituição de 1988, o voto era um direito negado aos analfabetos, um percentual significativo da população, sem falar dos soldados e marinheiros. Não deve causar surpresa, portanto, o fato de presidentes eleitos com números expressivos, como Jânio Quadros, que obteve quase 6 milhões de votos em 1960, terem participado de eleições que mobilizaram somente 10% da população do país.

A partir de 1988, com a Constituição que continua em vigor, o eleitorado aumentou consideravelmente, e veio a ultrapassar a casa dos 100 milhões. Atualmente, o voto é obrigatório para todo brasileiro com mais de 18 anos e facultativo aos analfabetos e para quem tem 16 e 17 anos ou mais de 70 anos. Estão proibidos de votar os estrangeiros e aqueles que prestam o serviço militar obrigatório.

*Antonio Carlos Olivieri é escritor, jornalista e diretor da Página 3 Pedagogia & Comunicação.

domingo, 19 de setembro de 2010

NOVA REFORMA ORTOGRÁFICA

Reforma ortográfica no Brasil já está vigorando desde em janeiro de 2009

O fim do trema e de alguns acentos está decretado. Os dois pontos que ficam em cima da letra u convalescem no corredor da morte à espera do enterro. Afinal, muitas foram e são as vítimas desatentas à língua portuguesa que se esquecem ou não sabem que palavras como tranqüilo exigem a cobertura do trema e, assim, perdem pontos em provas e concursos. A reforma ortográfica da língua portuguesa está para sair e as mudanças seguem gerando polêmicas nesses 18 anos em que o assunto é discutido.A língua portuguesa é falada por cerca de 220 milhões de pessoas - aproximadamente 190 milhões de brasileiros, outros 10,5 milhões de portugueses e demais falantes em países africanos e em comunidades na Ásia e América. O que coloca o idioma na quinta posição entre os mais falados do planeta. Mas, o português é o único idioma ocidental a adotar duas grafias oficiais.Para tentar resolver o problema e padronizar o idioma foi criado em 1990 o Acordo Ortográfico da Língua Portuguesa, que tenta unificar o registro escrito nos oito países que falam o português - Angola, Moçambique, Cabo Verde, Guiné-Bissau, São Tomé e Príncipe, Timor Leste, Brasil e Portugal.Segundo a regra da Comissão dos Países de Língua Portuguesa (CPLP), basta que três países ratifiquem o acordo para que entre em vigor. Brasil, Cabo Verde e São Tomé e Príncipe já aprovaram as mudanças. O Congresso brasileiro aprovou a unificação ortográfica em 2001, depois de cerca de dez anos de discussão.Já foram feitos três acordos oficiais, aprovados pelos países falantes: o de 1943, o de 1971 e o que deveria vigorar a partir deste ano. A implementação da reforma, porém, era adiada pelo governo brasileiro devido à não-ratificação por Portugal. A situação mudou quando, no início do mês passado, o conselho de ministros do país anunciou o desejo de aderir à reforma. A decisão ainda tem que ser aprovada pelo Legislativo.A partir daí, uma comissão do Ministério da Educação (MEC) elaborou uma proposta para que a reforma ortográfica da língua portuguesa comece a ser implantada no Brasil a partir do dia 1º de janeiro de 2009. A proposta da Colip (Comissão para Definição da Política de Ensino-Aprendizagem, Pesquisa e Promoção da Língua Portuguesa) ainda tem que ser submetida ao ministro Fernando Haddad (Educação), aos ministérios da Cultura e das Relações Exteriores e à Presidência.É pela sala de aula que a mudança deve começar e onde os professores deverão ter paciência para se adaptar e adaptar os alunos a futura nova realidade. A Colip prevê um prazo de três anos para a transição entre a ortografia atual e a prevista pela reforma. Nesse intervalo, as duas normas vigorariam. Segundo Godofredo de Oliveira Neto, presidente da comissão, a partir do dia 31 de dezembro de 2011, todos os livros didáticos, provas para concurso e vestibulares teriam que estar submetidos às novas regras. Em comunicado enviado no começo do mês de março a editoras de livros didáticos, o MEC já exigiu que as obras enviadas às escolas públicas estejam adequadas às mudanças em 2010. O projeto da comissão prevê ainda a elaboração de um vocabulário da língua portuguesa no Brasil de acordo com as novas regras. Ele seria produzido pela Academia Brasileira de Letras, em conjunto com especialistas dos outros países da CPLP.As duas grafias oficiais do português de hoje dificultam o estabelecimento da língua como um dos idiomas oficiais da Organização das Nações Unidas (ONU). A intenção da ortografia-padrão é facilitar o intercâmbio cultural entre os países que falam português. Livros, inclusive os científicos, e materiais didáticos poderão circular livremente entre os países, sem necessidade de revisão, como já acontece em países que falam espanhol. Além disso, haverá padronização do ensino de português ao redor do mundo.DISCUSSÃOSegundo o filólogo Antônio Houaiss (1915-1999), principal negociador brasileiro do acordo ortográfico e quem elaborou a Nova Ortografia da Língua Portuguesa, publicada em 1991, será possível resolver até 98% das diferenças ortográficas do idioma. Mesmo assim, não deve haver uniformização, já que, na avaliação dele, a língua é dinâmica e atrelada às tradições culturais.Parte da filosofia de Houaiss é acordada pelos estudantes de Letras de Mossoró. A graduanda Marina Oliveira acredita que a confusão será grande. "Creio que vão facilitar a vida de todo mundo, embora ache que vai ficar tudo muito embaralhado no início. Se a confusão não durar muito, será positivo, especialmente para as crianças que vão aprender o português já com as novas regras", conta.Já o estudante Abinadade Pinto é mais conservador e discorda da proposta. "Sou contra porque só vai confundir a cabeça da população". Outra estudante de Letras que ainda não sabia da reforma também é adepta da tradição. Para ela, o português pode perder o rumo: "seria melhor que não houvesse a reforma. O português daqui pode perder um pouco a identidade", avalia.A opinião da maioria dos estudantes é compartilhada pelo professor Benjamim Linhares. Para ele, o que está ruim, com a reforma vai ficar ainda pior. "Se a reforma for mesmo concretizada será uma grande perda para a educação do País, que já está desacreditada mundialmente e ficará pior. Em minha opinião, não vai mudar praticamente nada porque quem não sabia utilizar essas regras vai continuar sem saber (a maioria) e quem sabe não terá muitas dificuldades para se adequar às novas mudanças. Vale salientar que eu sou totalmente contrário à idéia", salienta.Quanto a possíveis prejuízos que as editoras possam ter com a reformulação das futuras publicações e o treinamento dos revisores, o editor da Coleção Mossoroense, Caio Muniz, acredita que não haverá. "Prejuízos não. A gente vai ter que se adaptar a esse novo formato e isso é natural, tudo que vier a melhorar e facilitar a vida da gente é bem-vindo. Sou a favor. Vejo como uma coisa positiva. Os tempos são outros, assim com já houve outras modificações ao longo dos tempos, a língua vai sofrendo influências, e isso é muito natural".
Devem mudar entre 0,5% e 2% do vocabulário brasileiro.

HÍFEN Não se usará mais:

1. quando o segundo elemento começa com s ou r, devendo estas consoantes ser duplicadas, como em "antir-religioso", "antissemita", "contrarre-gra", "infrassom". Exceção: será man-tido o hífen quando os prefixos termi-nam com r - ou seja, "hiper-", "inter-" e "super-"- como em "hiper-requintado", "inter-resistente" e "su-per-revista"

2. quando o prefixo termina em vogal e o segundo elemento começa com uma vogal diferente. Exemplos: "ex-traescolar", "aeroespacial", "autoestrada"

TREMA Deixará de existir, a não ser em nomes próprios e seus derivados


ACENTO DIFERENCIAL Não se usará mais para diferenciar:

1. "pára" (flexão do verbo parar) de "para" (preposição)

2. "péla" (flexão do verbo pelar) de "pela" (combinação da preposição com o artigo)

3. "pólo" (substantivo) de "polo" (combinação antiga e popular de "por" e "lo")

4. "pélo" (flexão do verbo pelar), "pêlo" (substantivo) e "pelo" (combinação da preposição com o artigo)

5. "pêra" (substantivo - fruta), "péra" (substantivo arcaico - pedra) e "pera" (preposição arcaica)

ALFABETO Passará a ter 26 letras, ao incorporar as letras "k", "w" e "y"

ACENTO CIRCUNFLEXO Não se usará mais:

1. nas terceiras pessoas do plural do presente do indicativo ou do sub-juntivo dos verbos "crer", "dar", "ler", "ver" e seus derivados. A grafia correta será "creem", "deem", "leem" e "veem"

2. em palavras terminados em hiato "oo", como "enjôo" ou "vôo" -que se tornam "enjoo" e "voo"

ACENTO AGUDO Não se usará mais:

1. nos ditongos abertos "ei" e "oi" de palavras paroxítonas, como "assem-bléia", "idéia", "heróica" e "jibóia"

2. nas palavras paroxítonas, com "i" e "u" tônicos, quando precedidos de ditongo. Exemplos: "feiúra" e "baiúca" passam a ser grafadas "feiura" e "baiuca"

3. nas formas verbais que têm o acento tônico na raiz, com "u" tônico precedido de "g" ou "q" e seguido de "e" ou "i". Com isso, algumas poucas formas de verbos, como averigúe (averiguar), apazigúe (apaziguar) e argúem (arg(ü/u)ir), passam a ser grafadas averigue, apazigue, arguem

GRAFIA No português lusitano:

1. desaparecerão o "c" e o "p" de palavras em que essas letras não são pronunciadas, como "acção", "acto", "adopção", "óptimo" -que se tornam "ação", "ato", "adoção" e "ótimo"

2. será eliminado o "h" de palavras como "herva" e "húmido", que serão grafadas como no Brasil -"erva" e "úmido"

segunda-feira, 13 de setembro de 2010

UMA ÓTIMA FORMA DE FICAR INFORMADO!!!

Você ficará sabendo o que anda acontece em Juiz de Fora e região.

Visite! Muito útil, divertido, informativo(dicas de empregos,concursos, moda).É bem interessante.

site :www. acessa.com

quinta-feira, 9 de setembro de 2010

DESIGNER TRANSFORMA CHICLETE EM BORRACHA VERSÁTIL

Designer transforma chicletes mastigados em borracha

Não é novidade que cuspir chicletes em calçadas e ruas causa um imenso estrago às cidades e um aumento do investimento por parte dos governantes. Na Europa, por exemplo, segundo o jornal The Guardian são aproximados R$ 400 milhões anuais só para retirar as gomas de mascar presas no asfalto. Mas, uma nova invenção promete transformar a sujeira em tecnologia.

A designer londrina Anna Bullus percebeu que uma nova maneira de acabar com os chicletes na calçada deveria ser encontrada. Então, em laboratório, ela criou uma forma de transformar chicletes mastigados em borracha, que pode ser usada em qualquer produto, de brinquedos a peças de roupa.

Foram oito meses de pesquisas tentando transformar os chicletes velhos em um novo material que pudesse ser moldável e resistente. Adicionando alguns ingredientes (que ela faz questão de omitir por segredo industrial), ela extraiu um polímero, intitulado BRGP (sigla criada por ela e que quer dizer Bullus Recycled Gum Polymer).

Chicletes são um grande problema para as grandes cidades

Com essa substância ela confeccionou uma espécie de bolha rosa coletora de chicletes, chamada Gumdropbin, que está sendo testada nas ruas de Londres. Sempre que esses recipientes estão cheios, quer dizer que mais BRGP será produzido e, possivelmente, outros produtos também.

"A invenção é uma solução perfeita para este problema dos chicletes", diz Anna a um jornal local. Ela ainda cita que mais de 3,5 bilhões de chicletes são descartados todos os anos, muitos acabam parando nas calçadas, mas esses coletores podem transformar os doces em algo novo.

- A borracha virou um coletor de chicletes

Apesar da ideia criativa, alguns desafios foram encontrados. Por exemplo: como fazer com que as pessoas depositem apenas chicletes e não utilizem o coletor para jogar fora outros tipos de lixo? Anna acredita que tudo depende da forma como as pessoas encaram o projeto. "Se o coletor for um serviço útil, então poderia salvar milhões de cidades da sujeira, e ainda diminuir as horas gastas com a limpeza dos sapatos", comenta.

Até o momento os coletores estão depositados apenas em Londres, Inglaterra, e em Nova Jersey, nos Estados Unidos. Se o projeto tiver êxito, a designer pensa em começar a trabalhar para a comercialização da técnica, até mesmo para a criação de outros produtos. "Eu adoraria confeccionar botas de borracha feitas de chiclete", diz.

domingo, 29 de agosto de 2010

QUER SABER TUDO SOBRE JUIZ DE FORA?

Visite o site: http://www.pjf.mg.gov.br

Você fica por dentro dos acontecimentos políticos, sociais, históricos, culturais, concursos, dentre tantas outras informações que lhe são oferecidas neste site.
Faça uma visita. Vale a pena!

Abraços

sábado, 28 de agosto de 2010

TEMPESTADE SOLAR PODE AFETAR A TERRA EM 2013

http://www.gamevicio.com.brTempestade solar pode afetar a Terra em 2013
por KakaPortillo, fonte Super/Abril, data 11:21 (12 horas atrás) editar remover


Tudo o que usa circuitos elétricos, de carros a computadores, queima no ato. Celulares e satélites pifam, os meios de transporte param, a rede de energia dá curto-circuito e logo começa a faltar água e comida. Esse cenário apocalíptico pode acontecer - e causado pelo Sol. Segundo cientistas da Nasa e de outras instituições, que recentemente se reuniram em Washington para debater a questão, em 2013 o astro vai entrar num ciclo de alta atividade, o que aumenta a probabilidade de erupções solares. Essas erupções liberam muita energia. E, quando essa energia chega à Terra, provoca uma tempestade eletromagnética - que literalmente frita tudo o que tiver um circuito elétrico dentro. Seria um verdadeiro Dia do Juízo Final para os equipamentos eletrônicos. Os cientistas não sabem exatamente quando essa tempestade virá, ou qual sua força. Mas dizem que há motivo para preocupação.


"O Sol está despertando de um sono profundo. E nossa sociedade é muito vulnerável a tempestades solares", diz o físico Richard Fisher, da Nasa. Elas já aconteceram antes. Em 1859, uma tempestade do tipo queimou as linhas de telégrafo na Europa e nos EUA. Hoje, o efeito seria muito pior. Um relatório assinado por cientistas de 17 universidades diz que a humanidade levaria até 10 anos para se recuperar de um grande evento do tipo. A solução é desligar tudo o que for elétrico antes da tempestade. Os EUA têm um satélite capaz de detectar a onda com um dia de antecedência - em tese, tempo suficiente para que as redes de energia do mundo sejam desconectadas


por KakaPortillo, fonte: Super/Abril

terça-feira, 18 de maio de 2010

JUIZ DE FORA - MINAS GERAES

Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.
Ir para: navegação, pesquisa

Disambig grey.svg Nota: Se procura o tipo de magistrado, veja juiz de fora.

Coordenadas: 21° 45' S 43° 21' W
Município de Juiz de Fora
Vista aérea de Juiz de Fora, Rio Paraibuna à esquerda, Morro do Cristo à direta - outubro de 2005
"Manchester Mineira"
Brasão de Juiz de Fora

Bandeira de Juiz de Fora
Brasão Bandeira
Hino
Aniversário
Fundação 31 de maio de 1850
Gentílico juiz-forano
Lema "Pro Patria et Urbe"
Pela pátria e pela cidade
Prefeito(a) Custódio Mattos (PSDB)
(2009 – 2012)
Localização
Localização de Juiz de Fora
21° 45' 50" S 43° 21' 00" O21° 45' 50" S 43° 21' 00" O
Unidade federativa Minas Gerais
Mesorregião Zona da Mata IBGE/2008 [1]
Microrregião Juiz de Fora IBGE/2008 [1]
Região metropolitana
Municípios limítrofes N Santos Dumont, Ewbank da Câmara, NE Piau, Coronel Pacheco, L Chácara, Bicas, Pequeri, SE Santana do Deserto, S Matias Barbosa, Belmiro Braga, SO Santa Bárbara do Monte Verde, O Lima Duarte, Pedro Teixeira e NO Bias Fortes.
Distância até a capital 255 km
Características geográficas
Área 1.436,850 km²
População 526.726 hab. est. IBGE/2009 [2]
Densidade 366,5 hab./km²
Altitude 950 m
Clima tropical de altitude Cwa
Fuso horário UTC-3
Indicadores
IDH 0,828 elevado PNUD/2000 [3]
PIB R$ 6.504.492 mil (BR: 54º) - IBGE/2007 [4]
PIB per capita R$ 12.348,91 IBGE/2007 [4]

Juiz de Fora é um município brasileiro do estado de Minas Gerais, situado na Zona da Mata Mineira, sendo o quarto maior município do estado, em população, superado apenas por Belo Horizonte, Uberlândia e Contagem, com uma população estimada pelo IBGE para 2009 de 526.706 habitantes.[2] É a 36ª maior cidade do Brasil (segundo o IBGE).
Índice
[esconder]

* 1 Informações gerais
* 2 História
o 2.1 Origens
o 2.2 Pioneirismo e imigração
* 3 Transportes
o 3.1 Ônibus urbanos
o 3.2 Ônibus interurbanos
o 3.3 Trem
o 3.4 Transporte aéreo
* 4 Industrialização
* 5 Educação superior
* 6 Geografia
o 6.1 Bairros
* 7 Economia
* 8 Cultura
o 8.1 Religião
* 9 Pontos turísticos
* 10 Ver também
* 11 Referências
* 12 Ligações externas

[editar] Informações gerais

Atualmente um dos principais polos industriais, culturais e de serviços de Minas Gerais, chegou a ser chamada de Manchester Mineira à época em que seu pioneirismo na industrialização a fez o município mais importante do estado. Com a grande crise econômica de 1929, a economia dos municípios mineiros ligados à cafeicultura sofreu grande abalo e Juiz de Fora só conheceu novo período de desenvolvimento a partir da década de 1960.

Sua área de influência estende-se por toda a Zona da Mata, uma pequena parte do Sul de Minas e também do Centro Fluminense.
[editar] História
[editar] Origens

As origens de Juiz de Fora remontam a época do Ciclo do Ouro, portanto confundem-se com a história de Minas Gerais. A Zona da Mata, então habitada pelos índios puris e coroados, foi desbravada com a abertura do Caminho Novo, estrada construída em 1707 para o transporte do ouro da região de Vila Rica (Ouro Preto) até o porto do Rio de Janeiro. Diversos povoados surgiram às margens do Caminho Novo estimulados pelo movimento das tropas que ali transitavam, entre eles, o arraial de Santo Antônio do Paraibuna povoado por volta de 1713.

Em 1850, o arraial de Santo Antônio do Paraibuna foi elevado à categoria de vila, emancipando-se de Barbacena e formando um município. A elevação à categoria de cidade ocorreu quinze anos depois, quando foi adotada a denominação de Juiz de Fora. Este curioso nome gera muitas dúvidas quanto à sua origem. O juiz de fora era um magistrado nomeado pela Coroa Portuguesa para atuar onde não havia juiz de direito. A versão mais aceita pela historiografia admite que um desses magistrados hospedou-se por pouco tempo em uma fazenda da região, passando esta a ser conhecida como a Sesmaria do Juiz de Fora. Mais tarde, próximo a ela, surgiria o povoado. A identidade exata e a atuação desse personagem na história local ainda são polêmicas.

Um personagem de grande importância no município foi o engenheiro alemão Heinrich Wilhelm Ferdinand Halfeld (Henrique Guilherme Fernando Halfeld), que empresta seu nome a uma das principais ruas do comércio local e ao parque situado no centro da cidade, no cruzamento da mesma rua Halfeld e a Avenida Barão do Rio Branco, entre o prédio da Prefeitura Municipal, a Câmara dos Vereadores e o Fórum da Comarca. Halfeld, após realizar uma série de obras a serviço do Estado Imperial Brasileiro, acaba por fixar residência na cidade, envolve-se na vida política, constrói a Estrada do Paraibuna e promove diversas atividades no município, sendo considerado um de seus fundadores.
[editar] Pioneirismo e imigração

A partir de 1850, Juiz de Fora passa a vivenciar um processo de grande desenvolvimento econômico proporcionado pela agricultura cafeeira que se expandia pela Zona da Mata mineira. Por iniciativa de Mariano Procópio Ferreira Lage, inicia-se a construção da primeira via de transporte rodoviário do Brasil: a Estrada União e Indústria, com 144 km de Petrópolis a Juiz de Fora, com o objetivo de encurtar a viagem entre a Corte e a Província de Minas e facilitar o transporte do café.

Mariano Procópio Ferreira Lage contrata então 1.193 imigrantes alemães para a construção da estrada e cria um núcleo colonial que, com a finalização das obras da União e Indústria, volta-se para a produção de gêneros agrícolas e dá origem à Colônia D. Pedro II, hoje atual bairro São Pedro. Os colonos fixaram-se também na Vila São Vicente (atual Borboleta) e na Rua Mariano Procópio. Os imigrantes que chegaram a Juiz de Fora vieram em busca de uma melhor condição de vida e, após o fim da construção da estrada, se dedicaram às profissões que praticavam na Alemanha. Os alemães que vieram para Juiz de Fora em 1858 foram os primeiros protestantes a chegar em Minas Gerais.

Entre algumas das realizações culturais da imigração alemã está a vinda das freiras da Congregação das Irmãs de Santa Catarina. Elas vieram para o município em 1900 e fundaram o Colégio Santa Catarina, a fim de instruir as crianças da Colônia Alemã.

Assim, o município foi sede de um dos primeiros curtumes industriais do país, de uma das primeiras cervejarias, de uma das primeiras estações telefônicas, dos primeiros grupos escolares e do primeiro transporte público de Minas Gerais, além da primeira escola de ensino superior de comércio do país, a Academia de Comércio. O comércio também progredia, podendo contar no ano de 1870 mais de 170 estabelecimentos comerciais e de serviços.
Vista panorâmica de Juiz de Fora, cerca de 1907

No século XIX, Juiz de Fora tornou-se um dinâmico centro econômico, político, social e cultural. Aos poucos, suas funções se ampliam, ganhando ares de município moderno, ponto de confluência da população circunvizinha. Ganha um plano de demarcação e nivelamento de ruas, telégrafo, imprensa, banco, bondes. Em 1889, foi inaugurada no município a primeira usina hidrelétrica de grande porte da América do Sul, a Usina de Marmelos, importante marco do setor elétrico do país e grande impulsionadora da indústria na cidade.
Vista panorâmica da cidade (1893).
Ao fundo, a Companhia Têxtil Bernado Mascarenhas e à direita, em primeiro plano, a antiga cadeia, atual Escola Normal.
[editar] Transportes

O transporte público em Juiz de Fora é administrado pela SETTRA (Secretaria de Transportes e Trânsito).[5] Entre os meios de transporte na cidade estão:
[editar] Ônibus urbanos

Juiz de Fora é atendida por oito empresas de transporte coletivo, sendo que cada uma abrange uma área específica da cidade. São transportados cerca de oito milhões de passageiros por mês, por aproximadamente 250 linhas de ônibus em todas as regiões.
[editar] Ônibus interurbanos

Diversas empresas de ônibus interurbanos interligam a cidade aos principais centros do país, como Belo Horizonte, Rio de Janeiro, Brasília, São Paulo, entre outros. Há também ônibus semi-urbanos que ligam Juiz de Fora com as cidades próximas como Matias Barbosa, Santos Dumont, Simão Pereira, Chácara, Piau, Coronel Pacheco, entre outras.
[editar] Trem

Juiz de Fora é cortada em seu centro pela ferrovia MRS Logística, antiga SR-3 da RFFSA. Desde 1997 não há transporte ferroviário de passageiros.
[editar] Transporte aéreo

O Aeroporto de Juiz de Fora - Francisco Alvares de Assis (mais conhecido como Aeroporto da Serrinha) serve o município. Foi inaugurado em 1958. Em 2007, sua administração foi transferida da Infraero para a companhia Sinart, a mesma que administra a rodoviária da cidade. O aeroporto fica a 7 km do Centro..[6]

Juiz de Fora é atendida por linhas aéreas que a ligam com voos diretos a São Paulo (Congonhas e Guarulhos), Belo Horizonte (Pampulha), Rio de Janeiro (Santos Dumont) e São João del-Rei, além de escalas e conexões para Ribeirão Preto, Ipatinga, Governador Valadares, Uberlândia, Porto Alegre, Campo Grande, Cuiabá, Curitiba, Goiânia, Uberaba, Belém, Criciúma, Cascavel, Dourados, Joinville, Montes Claros, Salvador e Vitória da Conquista . Os vôos para São Paulo (Congonhas) são operados pela companhia aérea Pantanal Linhas Aéreas e os demais, inclusive Guarulhos, pela empresa Trip Linhas Aéreas.
[editar] Industrialização

Os ganhos obtidos com o café, associados às facilidades de transporte, energia e mão-de-obra, acrescida com a chegada de centenas de imigrantes italianos, possibilitaram um intenso desenvolvimento industrial, e o município passa a ser denominada "A Manchester Mineira". Os setores que mais se desenvolveram foram o da indústria têxtil e, em segundo lugar, o da produção de alimentos e bebidas.

Juiz de Fora, no fim do século XIX, possuía uma dinâmica vida cultural, representada pelos teatros, jornais, colégios e intensa atividade literária. A própria arquitetura reflete a prosperidade econômica e cultural, por meio do estilo eclético das construções, com diferentes manifestações do passado: o gótico, o grego e com a introdução, neste século, do Art Nouveau e Art Déco. Mais tarde, na década de 1950 do nosso século, encontramos construções com concepções modernas, como as obras de Oscar Niemeyer e os painéis de Di Cavalcanti e Cândido Portinari.

Durante todo o século XX, Juiz de Fora destacou-se nos grandes momentos históricos do País. E, após viver um período de relativa decadência industrial a partir dos anos quarenta, passou a destacar-se pelo crescimento dos setores comercial, industrial e de prestação de serviços, o que a coloca como a terceira cidade de Minas Gerais e a capital da Zona da Mata Mineira.

Há alguns anos Juiz de Fora, aguarda conclusão e aprovação do Aeroporto Regional da Zona da Mata (SDZY, no código ICAO), visando um maior desenvolvimento no setor de cargas, exportação e até mesmo passageiros, devido a população da região que chega a quase 1 milhão de habitantes. O mesmo teve várias inaugurações previstas, todavia, todas sem sucesso.
Vista panorâmica da cidade de Juiz de Fora.
Vista panorâmica da cidade de Juiz de Fora.
[editar] Educação superior

Localiza-se na cidade a Universidade Federal de Juiz de Fora, uma das melhores universidades do Brasil, segundo o Ministério da Educação. [carece de fontes?] Fundada em 1960, conta hoje com mais de 10.000 alunos em diversas áreas de ensino.

A cidade também é atendida por outras instituições de ensino superiores tais como o Centro de Ensino Superior de Juiz de Fora (CES/JF, Faculdade Católica), Faculdade Metodista Granbery (FMG), Universidade Estácio de Sá, Instituto Vianna Júnior, Faculdade DOCTUM, Faculdade Machado Sobrinho, Universidade Presidente Antônio Carlos, Faculdade do Sudeste Mineiro (FACSUM), Universidade Salgado de Oliveira (UNIVERSO), entre outras.
[editar] Geografia
Vista da cidade.

Juiz de Fora é o município mais extenso da Zona da Mata. Totalizando uma área de 1.436,8 km², é formado por 4 distritos: Juiz de Fora, Sarandira, Torreões e Rosário de Minas.

As terras do município encontram-se inseridas na Bacia do rio Paraíba do Sul. A cidade ergue-se às margens de um dos principais afluentes do Paraíba do Sul, o Rio Paraibuna, que corta o município no sentido norte-sul. Outros rios importantes que banham o município são os rios Cágado e do Peixe, afluentes do Paraibuna.

O clima de Juiz de Fora é do tipo tropical de altitude, caracterizado por duas estações bem definidas: uma seca e de menores temperaturas, que se estende de maio a setembro, e outra úmida e de temperaturas mais elevadas, de outubro a abril. A temperatura média anual é de 19,3°C, sendo a média das máximas em torno de 24°C e a das mínimas em torno de 15°C.

O município localiza-se nos contrafortes da Serra da Mantiqueira. O relevo é predominantemente montanhoso, apresentando formações típicas denominadas mar de morros. A altitude do município varia de 467 metros nos fundos de vale até 1.104 metros, estando o centro comercial da cidade a 678 metros de altitude.

A localização de Juiz de Fora é privilegiada, pela proximidade das principais metrópoles do Sudeste brasileiro. Por rodovia, a cidade dista 255 quilômetros da capital Belo Horizonte, 180 quilômetros da cidade do Rio de Janeiro e 480 quilômetros da cidade de São Paulo.

Juiz de Fora é o município mais populoso da Zona da Mata. Possui alto grau de urbanização, residindo cerca de 99% da sua população na área urbana. As mulheres representam 52,4% da população, e os homens 47,6%.[7]
[editar] Bairros

Ver artigo principal: Lista de bairros de Juiz de Fora

[editar] Economia
Interior do Independência Shopping.

Juiz de Fora tem como principais setores econômicos a indústria e os serviços. O setor de serviços é responsável por 57,8% do PIB do município, enquanto a indústria gera 41,7% do PIB.[8] As principais atividades industriais do município são a fabricação de alimentos e bebidas, produtos têxteis, artigos de vestuário, produtos de metal, metalurgia, mobiliário, montagem de veículos e outros. A agropecuária tem uma participação reduzida no PIB do município, apenas 0,5%. Os principais produtos agrícolas são o milho e a cana-de-açúcar, e as principais criações são os galináceos, bovinos e suínos.[8] Juiz de Fora possui um PIB per capita de 10.489 reais[4] e uma das mais altas expectativas de vida do Brasil, destacando-se no ranking de desenvolvimento humano da Organização das Nações Unidas (ONU).

Estrategicamente localizada entre os maiores mercados consumidores do país, é dotada de toda a infra-estrutura exigida para modernos empreendimentos. A cidade conta com um Distrito Industrial em operação sob administração da Companhia de Desenvolvimento Econômico de Minas Gerais (CODEMIG), centros de convenções e parque de exposições. O município é bem servido de estrutura de transportes. Liga-se às capitais de Belo Horizonte e do Rio de Janeiro através da rodovia BR-040. A BR-267, que também corta o município, liga Juiz de Fora ao Sul de Minas e à BR-116. Complementam as ligações rodoviárias a MG-133 e a MG-353. Juiz de Fora também é servida pela Estrada de Ferro Central do Brasil, ligando-se por ferrovia às grandes capitais brasileiras. A cidade também possui um aeroporto com voos diários para São Paulo, Rio de Janeiro e Belo Horizonte, além de ser a principal cidade a ser atendida pelo novo Aeroporto Regional da Zona da Mata.
[editar] Cultura

Juiz de Fora é um importante centro regional cultural. O município possui escolas de arte, escolas de música, corais, cinemas, teatros, espaços culturais, grupos folclóricos e de dança e diversas entidades culturais.

Dentre os museus da cidade, destacam-se o Museu Mariano Procópio e o Museu de Arte Moderna Murilo Mendes.

A vida cultural também é estimulada pela Universidade Federal de Juiz de Fora e diversas escolas de ensino fundamental, médio e superior, públicas e particulares, fazendo do município um destino comum para estudantes. O campus da UFJF tem concepção arquitetônica que retrata a época do governo militar, pois as áreas de medicina, direito e engenharia, entre outras, têm suas sedes afastadas, para evitar a reunião de estudantes contra a ditadura.
[editar] Religião

A religião predominante na população do município é o catolicismo. Juiz de Fora é sede de uma arquidiocese e tem Santo Antônio como seu padroeiro. A cidade tem presença significativa de cristãos protestantes (metodistas, luteranos, presbiterianos e neopentecostais) e também espíritas.
[editar] Pontos turísticos
Vista aérea de Juiz de Fora, avenida Rio Branco - outubro de 2005

Conforme dados da Prefeitura de Juiz de Fora, o município conta com 43 museus e pontos turísticos.[9] Os principais são:

* Museu Mariano Procópio: O primeiro museu de Minas Gerais e o terceiro do Brasil, traz um dos mais abrangentes acervos do período imperial brasileiro.
* Museu de Arte Moderna Murilo Mendes com obras de Picasso, Miró, Guignard, Ismael Nery, Goeldi, Franz Weissman, Léger, Magritte, Max Ernst e outros artistas, constitui-se uma das principais coleções de arte moderna do Brasil.
* Rua Halfeld: a principal rua da cidade, com cafés, cinemas, galerias e lojas. Nela se localizam o painel "Cavalinhos", de Portinari, no Edifício Clube Juiz de Fora, o Parque Halfeld, com coreto, parque infantil e árvores centenárias, a Câmara Municipal e o Cine-Theatro Central.
* Cine-Theatro Central: Inaugurado em 30 de março de 1929, é um dos mais importantes teatros mineiros. Tombado pelo Patrimônio Histórico Nacional, foi restaurado e reinaugurado em 1996.
* Parque da Lajinha: Área verde de 140 mil metros quadrados, possui trilhas para caminhada e mountain bike, lago e amplo espaço aberto.
* Morro do Imperador: Conhecido também como Morro do Cristo ou Morro da Liberdade, o Morro do Imperador, a 923 m do nível do mar, é um dos pontos mais altos de Juiz de Fora. É assim denominado porque, em 1861, D. Pedro II o escalou para apreciar a vista da cidade.Nas comemorações da passagem do século, nele foi construída uma capela e, em 1906, um monumento ao Cristo Redentor, símbolo da vitória contra uma epidemia que assolou o município. Lá se encontra também uma torre helicoidal, primeira do tipo na América do Sul, que serviu à TV Industrial, emissora pioneira em geração de imagens no interior brasileiro.
* Usina de Marmelos Zero: Construída pelo industrial Bernardo Mascarenhas e inaugurada em 1889, trata-se da primeira usina hidrelétrica da América do Sul.
* Aeroclube de Juiz de Fora: Oferece voos panorâmicos sobre a cidade e atividades aerodesportivas.

Universidade Federal de Juiz de Fora - outubro de 2005

* Campus da UFJF: Localizado na parte alta da cidade, a 5 km do centro, ocupa uma área de 1.325.811 m² cercada de verde, constituindo local propício ao lazer e à prática de caminhadas e passeios de bicicleta.
* Igreja Melquita de São Jorge: Um belíssimo exemplar da arte moderna no Brasil, a Igreja projetada por Jorge Staico é referência em arquitetura por todo o Brasil, além de ser uma das poucas Igrejas Orientais no Brasil.
* Outros museus: Museu do Crédito Real, Museu Ferroviário, Museu do Folclore, Museu de História Natural da Academia.

[editar] Ver também

* Bandeira de Juiz de Fora
* Hino de Juiz de Fora
* Arquidiocese de Juiz de Fora
* Meios de Comunicação em Juiz de Fora
* Lista de pessoas ilustres de Juiz de Fora

Referências

1. ↑ a b Divisão Territorial do Brasil. Divisão Territorial do Brasil e Limites Territoriais. Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) (1 de julho de 2008). Página visitada em 11 de outubro de 2008.
2. ↑ a b Estimativas da população para 1º de julho de 2009 (PDF). Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) (14 de agosto de 2009). Página visitada em 15 de agosto de 2009.
3. ↑ Ranking decrescente do IDH-M dos municípios do Brasil. Atlas do Desenvolvimento Humano. Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD) (2000). Página visitada em 11 de outubro de 2008.
4. ↑ a b c Produto Interno Bruto dos Municípios 2002-2005. Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) (19 de dezembro de 2007). Página visitada em 11 de outubro de 2008.
5. ↑ Transporte e trânsito. GETRAN. Página visitada em 25 de maio de 2008.
6. ↑ INFRAERO. Aeroporto de Juiz de Fora. Página visitada em 25 de maio de 2008.
7. ↑ AMM
8. ↑ a b ALMG
9. ↑ PJF

[editar] Ligações externas
Commons
O Wikimedia Commons possui multimedia sobre Juiz de Fora

* Universidade Federal de Juiz de Fora
* Prefeitura de Juiz de Fora
* Câmara Municipal de Juiz de Fora
* Juiz de Fora no WikiMapia
* Juiz de Fora no WikiTravel

sábado, 15 de maio de 2010

QUEM EU SOU

SOU UMA APAIXONADA PELA EDUCAÇÃO.
SOU PEDAGOGA FORMADA PELA UNIVERSIDADE DE JUIZ DE FORA - MG.
DESEJO QUE ESSE BLOG RECEBA MUITAS VISITAS E PARTICIPAÇÕES.

A escola - Carlos Durmond de Andrade

A ESCOLA

CARLOS DRUMMOND DE ANDRADE.

Eu queria uma escola que cultivasse

a curiosidade de aprender

que é em vocês natural.



Eu queria uma escola que educasse

seu corpo e seus movimentos:

que possibilitasse seu crescimento

físico e sadio. Normal



Eu queria uma escola que lhe

ensinasse tudo sobre a natureza,

o ar, a matéria, as plantas, os animais,

seu próprio corpo. Deus.



Mas que ensinasse primeiro pela

observação, pela descoberta,

pela experimentação.



E que dessas coisas lhes ensinasse

não só o conhecer, como também

a aceitar, a amar e preservar.


Eu queria uma escola que lhes

ensinasse tudo sobre a nossa história

e a nossa terra de uma maneira viva e atraente.


Eu queria uma escola que lhes

ensinasse a usarem bem a nossa língua,

a pensarem e a se expressarem

com clareza.


Eu queria uma escola que lhes

ensinassem a pensar, a raciocinar,

a procurar soluções.


Eu queria uma escola que desde cedo

usasse materiais concretos para que vocês pudessem ir formando corretamente os conceitos matemáticos, os conceitos de números, as operações... pedrinhas... só porcariinhas!...

fazendo vocês aprenderem brincando...


Oh! Meu Deus!

Deus que livre vocês de uma escola

em que tenham que copiar pontos.


Deus que livre vocês de decorar

sem entender, nomes, datas, fatos...


Deus que livre vocês de aceitarem

conhecimentos "prontos",

mediocremente embalados

nos livros didáticos descartáveis.


Deus que livre vocês de ficarem

passivos, ouvindo e repetindo,

repetindo, repetindo...


Eu também queria uma escola

que ensinasse a conviver, a cooperar,

a respeitar, a esperar, a saber viver

em comunidade, em união.


Que vocês aprendessem

a transformar e criar.


Que lhes desse múltiplos meios de

vocês expressarem cada sentimento,

cada drama, cada emoção.


Ah! E antes que eu me esqueça:


Deus que livre vocês

de um professor incompetente.

CHICELTE É PERIGO PARA OS PÁSSAROS

PÁSSAROS E CHICLETES

Chiclete: embrulhe antes de jogar fora

Atraídos pelo cheiro adocicado e pelo sabor da fruta, os passarinhos começam a comer os restos de chicletes que são deixados irresponsavelmente por aí, em qualquer lugar, ao invés de serem jogados no lixo embrulhados.
Os passarinhos ao sentirem ochiclete grudando em seu biquinho, tentam desesperados retirá-lo com os pés... E aí acontece o pior: acabam sufocados e asfixiados. O Globo Repórter já mostrou isso numa reportagem.

Por isso quando terminar de mastigar o chiclete, embrulhe-o num pedaço de papel e joguem-no no lixo. Só assim evitaremos que o pior aconteça a delicadas criaturas como os pássaros.
Vamos colaborar com esses seres maravilhosos da natureza conscientizando as crianças e conscientizando também uns aos outros.

Só depende de nós a preservação de cada espécie do nosso planeta.

A natureza, nossos olhos e ouvidos agradecem.

PASSAROS E CHICLETE

Chicletes: pense bem antes de jogá-los em qualquer lugar

por Letícia Ginak
Qua, 21 de Abril de 2010 16:56


O chiclete é considerado companheiro de todas as horas para muitas pessoas. A ele lhe dão o título de remédio contra ansiedade, estimulador da memória, antídoto contra o sono e até vício. E existem mais definições sobre o chiclete por aí, mas esse não é o caso.

A grande questão é: já pensou de que é feito o chiclete e qual é o melhor destino que devemos dar a ele quando perde o gosto?

O chiclete é pura borracha sintética (originária do petróleo) com gosto de alguma coisa. Então se jogarmos o chiclete no lixo convencional, ele irá para os lixões e aterros sanitários e sua decomposição demorará em média 5 anos. Imagine então o volume de chicletes descartados nos lixos comuns todo dia. É um grande problema a se pensar.

Mas ainda tem mais. Os pássaros são atraídos pelo aroma doce de frutas e também pela cor dos chicletes. Ao comerem os chicletes, muitos pássaros estão morrendo sufocados e até enforcados pela goma. Isso acontece porque a maioria das lixeiras públicas, que encontramos nas ruas, não tem tampa e assim o chiclete fica exposto, atraindo a atenção de inúmeras aves.

Preocupado com esses problemas, o publicitário Bruno Rezende, idealizador do site ambientalista Coluna Zero, teve uma ideia inovadora e simples. O melhor lugar para jogar o chiclete fora é na rua. Parece coisa de gente muito má educada, mas realmente não é o que parece. (reportagem retirada da internet)

Completando a informação: O asfalto, assim como os chicletes, são feitos de derivados de petróleo. Jogando seu chiclete no ASFALTO, com o vai e vem de carros ele acaba se integrando ao mesmo. Assim, quando o asfalto tiver que ser renovado e uma eventual retirada (raspagem) do antigo for feita, ambos, chicletes e asfalto, serão reciclados se tornando asfalto novinho. ATENÇÃO! SÓ JOGUE O SEU CHICLETE EM RUAS ASFALTAS QUE SEJAM BEM MOVIMENTADAS PARA QUE ELE SE MISTURE RAPIDAMENTE AO ASFLATO E NÃO CAUSE DANOS AOS PÁSSAROS.

SEJA EDUCADO E NÃO JOGUE CHILETE EM QUALQUER LUGAR, NEM O COLE DEBAIXO DAS CARTEIRAS E/OU MÓVEIS.
RESPEITE VOCÊ E O SEU PRÓXIMO.

SEJA UM CIDADÃO DO BEM.

AME E RESPEITE A NATUREZA!!!!!!!!!!!